ISSN 2446-8843 RESISTIR / A Trigger e a Resistência / Botons da Cultura / As clássicas Tarrafadas: Tá na Rede! Rasgou a Rede! / Afinal... O que é resistência?! por Lizzi Barbosa / Ponto de Cultura Flor da Areia / Praia Livre / Altruísmo por Raquel Guedes / Léo Monassa lança seu primeiro disco em POA / O imaginário Popular Litorâneo de Leda Saraiva Soares / Escritos da Vó Menilde / É praia sem Lei mesmo?! / Pedro Gonçalves foi o patrono da XX Feira do Livro do Balneário PInhal / Banda Marcial do Pinhal é a Grande Campeã / Bichos da Praia



O projeto Bichos da Praia é uma iniciativa da Casa da Cultura do Litoral que tem por objetivo fazer conhecer a imensa variedade da fauna que habita e visita a nossa praia da Cidreira, por mar, pelas areias e pelo ar. São variados animais que vem pelo mar e durante as estações frias nos visitam enriquecendo a nossa beira de praia. São variadas as espécies de pássaros que vivem em nossa praia e que nos visitam em suas migrações para o sul e para o norte conforme as estações. E igualmente são muitos os tipos de animais que habitam as nossas beiras de praias, nossos cômoros e nossas lagoas. Toda esta diversidade tem que ser conhecida, para podermos tratar de cuidar e preservar essa riqueza maravilhosa que pertence a cada um e a todos os habitantes da região praieira gaúcha. Vamos conhcer os bichos da praia?!

A nossa Cidreira está recebendo músicos, arranjadores, instrumentistas e maestros de várias cidades do Estado para a realização do XXI Festival Estadual de Bandas e Fanfarras. Um movimento espetacular em nossa cidade. Uma gurizada ligada a área da música, dos fazeres culturais. Um evento para lá de especial aqui na nossa praia. Um evento que inspira a nossa juventude a olhar para o lado da cultura, da música, esquecendo a violência e as armas.

A NOSSA GURIZADA DA PRAIA NO PALCO DA X TAFONINHA DA CANÇÃO DE OSÓRIO
Oração das Sete Ondas é uma composição de Ivan Therra, Jociel Lima e Emanuel Santos que canta a devoção do povo praieiro gaúcho no dia da Festa de Iemanjá. No Palco da X Tafoninha da Canção de Osório - RS, a música tem a interpretação de Lizzi Barbosa, com Jas Vasconcelos no tambor de treme terra e vocal, as gurias: Amanda de Maré e Marina Marcelino nas massacaias e volcal. Grégory Carruccio e Brayam Di Carvalho nos tambores praieiros. Daniel Maíba no Atabaque e vocal, Ivan Therra no violão e vocal. Éverton Petuel no baixo e Badá do Túnel na bateria!


 
A COMITIVA PARACATUZUM VAI NA CASA DA CULTURA DO LITORAL CONVERSAR COM IVAN THERRA SOBRE ARTE EDUCAÇÃO
O cientista social Helvio Tamoio continua a comversa sobre arte educação. desta feita com Ivan Therra, Mestre das Culturas Populares e Coordenador do POnto de Cultura Flor da Areia. Mais uma boa conversa.


A CASA DA CULTURA DO LITORAL RECEBE A VISITA DA COMITIVA PARACATUZUM
A Casa da Cultura do Litoral recebeu o Cientista Social Helvio Tamoio da Comitiva Paracatuzum - SP, para uma conversa com a pedagoga, especialista em educação inclusiva e mestranda em educação pela Uergs, Lizzi Barbosa. A boa conversa foi sobre arte educação!

 

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O BOIZINHO DA PRAIA É DESTACADO COMO UM DOS MELHORES PROJETOS DE ARTE E EDUCAÇÃO DO ESTADO DO RS
O Projeto Boizinho da Praia resgata um auto folclórico que havia caído em desuso há mais de 50 anos e através da pesquisa do cientista social Ivan Therra e com o projeto pedagógico de Lizzi Barbosa o Boizinho ganha os espaços públicos da praia da Cidreira espalahando temas, ritmos cores e alegrias originais da região praieira gaúcha

ORAÇÃO DAS SETE ONDAS
A música Oração das Sete Ondas (Ivan Therra, Jociel Lima, Emanuel Santos) canta o cotidiano do povo da beira das praias gaúchas que na Festa de Iemanjá deitam sua fé em oferendas e carinhos par a Grande Mãe. No Palco da Tafoninha a gurizada do Projeto Boizinho da Praia.
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JAS VASCONCELOS CONCEDE ENTREVISTA AO AMIGO HELVIO TAMOIO DA COMITIVA PARACATUZUM
Em um momento de encontros, trocas e descobertas as pessoas da Casa da Cultura do Litoral e da Comitiva Paracatuzum, conversaram e descobriram pensamentos livres na constância leve dos sorrisos.


Para os que abrem diálogos com as culturas, os fazeres e os saberes das pessoas, os encontros são sempre vibrantes e repletos de descobertas, sorrisos e novas construções. Este foi o caso acontecido quando encontramos o amigo Helvio Tamoio, oriundo do doce das canas das plantações paulistanas, que veio lançar o seu filme na biblioteca pública de Osório e trocar uma ideia com as gentes do curso de extensão universitária "O Golpe de 2016" promovido pela Ufrgs - Litoral Norte e IFsul - Instituto Federal de Osório. Foi neste ambiente que encontramos o cientista social, pesquisador, ativista e escritor Helvio Tamoio que foi fazer uma visita à Casa da Cultura do Litoral na Praia da Cidreira - RS. Entre os sabores e temperos da gastronomia praieira, um bom café e um ché de mate bem doce, fomos nos descobrindo levantadores de bandeiras comuns e do movimento colorido foi se desenhando o mapa da rede de possibilidades culturais do sul, que se une ao pensamento construido nas andanças de Helvio Tamoio por Santa Catarina, São Paulo, Bahia e pelo nosso Brasil inteiro, reunindo todos os sotaques para uma conversa de todas as nossas gentes. Um momento de felicidade para a nossa gente da praia.


FLAGRANTE DE CRIME AMBIENTAL
Atendendo a uma denúncia a equipe da Secretaria do Meio Ambiente fez o flagrante de uma máquina e um caminhão retirando areia das dunas em uma área de APP - Área de Preservação Permanente. Esta ação configura Crime Ambiental e por isso foi lavrado o auto de infração e decorrente multa pelo mau feito. A surpresa ficou por conta da descoberta que a empresa que estava cometendo o crime ambiental é uma terceirizada que está à serviço da CORSAN em nossa praia. Muito estranho ver a nossa Corsan envolvida neste caso de agressão ao ambiente natural. Depois de autuada a empresa retirou o maquinário da APP. Foto: Prefeitura Cidreira.

E lá se foi o maior folclorista gaúcho de todos os tempos. O pesquisador das culturas populares que criou o 35 CTG, o pioneiro. O escritor que morou muito tempo em Cidreira onde escreveu uma infinidade de livros sobre a história e a cultura do povo gaúcho. O Paixão Côrtes escreveu aqui da nossa praia da Cidreira sobre a importância de ser litoral e sobre outros tantos fatores da nossa cultura gaúcha. E lá se foi o pesquisador... o estudioso... o folclorista... o gaúcho... o praieiro... o cidreirense Paixão Côrtes. Valeu Mestre Paixão por tudo que fizeste pela nossa praia e pelo Rio Grande do Sul.


Não sei se amanhã a chuva vai embora, mas mesmo em meio ao mau tempo há uma beleza natural que nos faz esquecer as intempéries da vida e nos mostra que ela a vida ainda é o que temos de melhor. O amigão aí chegou as areias cidreirenses antes das chuvas, parece que gostou e ficou. Sei que a qualquer hora ele vai embora e ficará uma saudade. Só posso desejar que se partir, volte quando quiser esse meu amigo do mar. @Wilson Menezes Freitas

PROJETO BOIZINHO DA PRAIA INCLUINDO A GURIZADA COM FOLCLORE A CULTURA PRAIEIRA
A nossa gurizada da praia está participando do projeto Boizinho da Praia que está regatando um auto folclórico original da região praieira gaúcha. A pesquisa é do cientista social e Mestre das Culturas populares Ivan Therra que vem registrando e divulgando aspectos singulares e importantes das culturas da gente da beira. Nossa gurizada aprende as cantorias, os tambores, as batidas, os ritmos e toda a beleza do folclore praieiro gaúcho. Os encontros acontecem todos os sábados, a partir das 10h, no Ponto de Cultura Flor da Areia, na Praça em frente ao 24H. É só chegar!

   

Por solicitação da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, especialistas da PATRAM vieram à beira da nossa praia para resgatar um lobo marinho que apareceu com machucaduras profundas. Pelo jeito das feridas, provavelmente foram feitas por redes de arrasto dos pesqueiros que estavam há pelo menos dois dias muito perto da praia. O lobo marinho foi resgatado e levado ao Ceclimar para que possa ser tratado e se recuperar. É bem comum que apareçam muitos animais feridos ou mortos sempre que os pesqueiros são avistados no horizonte.
 

 

Mais uma tartaruga foi encontrada morta na nossa praia. E mais uma vez o fato acontece passados dois dias do avistamento dos barcos pesqueiros próximos a beira. É assustador o número de animais marinhos que aparecem mortos na beira depois que são avistados os pesqueiros. A indústria pesqueira e a academia dão o nome de "pesca acidental" naturalizando o massacre dos animais marinhos. Um absurdo que vai matando os animais sem que haja qualquer reação por parte das instituições respondsáveis pela preservação do ambiente natural. Nós continuaremos denunciando.