ISSN 2446-8843 Paixão de Cidreira / 50 Anos da Escola Marcílio Dias / O Acampamento de Garibaldi / As clássica Tarrafadas / Os cartoons O Marisco e O Camarão / As Eleições e o Mimimi e 50 anos de história por Lizzi Barbosa / Paíxão Côrtes de Cidreira / O Poder do Legislativo por Raquel Guedes / O Golpe de 2016 e o Futuro da Democracia - Ufrgs - IFFSul / Semana da Pátria em Cidreira / Escritos da Vó Menilde / Hortão funcionando / A Banda do Pinhal é a Campeã / O Laço das Gurias / A Batalha da Fortaleza



Para os que abrem diálogos com as culturas, os fazeres e os saberes das pessoas, os encontros são sempre vibrantes e repletos de descobertas, sorrisos e novas construções. Este foi o caso acontecido quando encontramos o amigo Helvio Tamoio, oriundo do doce das canas das plantações paulistanas, que veio lançar o seu filme na biblioteca pública de Osório e trocar uma ideia com as gentes do curso de extensão universitária "O Golpe de 2016" promovido pela Ufrgs - Litoral Norte e IFsul - Instituto Federal de Osório. Foi neste ambiente que encontramos o cientista social, pesquisador, ativista e escritor Helvio Tamoio que foi fazer uma visita à Casa da Cultura do Litoral na Praia da Cidreira - RS. Entre os sabores e temperos da gastronomia praieira, um bom café e um ché de mate bem doce, fomos nos descobrindo levantadores de bandeiras comuns e do movimento colorido foi se desenhando o mapa da rede de possibilidades culturais do sul, que se une ao pensamento construido nas andanças de Helvio Tamoio por Santa Catarina, São Paulo, Bahia e pelo nosso Brasil inteiro, reunindo todos os sotaques para uma conversa de todas as nossas gentes. Um momento de felicidade para a nossa gente da praia.


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JAS VASCONCELOS CONCEDE ENTREVISTA AO AMIGO HELVIO TAMOIO DA COMITIVA PARACATUZUM
Em um momento de encontros, trocas e descobertas as pessoas da Casa da Cultura do Litoral e da Comitiva Paracatuzum, conversaram e descobriram pensamentos livres na constância leve dos sorrisos.


A música "Oração das Sete Ondas" de Ivan Therra, Jociel Lima e Emanuel Santos estará representando a nossa praia da Cidreira na 10ª Tafoninha, o maior palco da cultura musical do litoral gaúcho em Osório. A música é inspirada em um dos autos da cultura religiosa original dos povos tradicionais de matriz africana da beira da praia: A Festa de Iemanjá de Cidreira.

Assessoria da Cultura/Município do Osório e UFRGS/Campus Litoral Norte convidam:
Oficina: Formação e manutenção de Cineclubes. Exibição de filmes produzidos porCineclubes. Roda de conversa e cebate.

A Comitiva Paracatuzum criada, agosto de 2008, a partir de um programa no rádio, atua com cinema, educação, culinária e literatura. Premiada em festivais/mostras nacionais e internacionais, a Comitiva caminha por trilhas alternativas e independentes com foco na formação, produção e difusão da arte, enquanto contribuição crítica e resistência à monocultura. Objetivo possível: formação de Cineclubes em Osório e Tramandaí.
Mediadores:
Hélvio Tamoio - aprovisionador cultural, escritor, professor, radialista e gestou órgãos públicos municipais, estaduais e a Funarte.
Mestre Ivan Therra - coordenador do Ponto de Cultura Flor de Areia e Diretor de Cultura da Casa de Cultura do Litoral, em Cidreira/RS.
12/09/2018, às 18:30
Biblioteca Publica Municipal Fernandes Bastos - Osório/RS
R. Mal. Floriano Peixoto, 980 - Centro



FLAGRANTE DE CRIME AMBIENTAL
Atendendo a uma denúncia a equipe da Secretaria do Meio Ambiente fez o flagrante de uma máquina e um caminhão retirando areia das dunas em uma área de APP - Área de Preservação Permanente. Esta ação configura Crime Ambiental e por isso foi lavrado o auto de infração e decorrente multa pelo mau feito. A surpresa ficou por conta da descoberta que a empresa que estava cometendo o crime ambiental é uma terceirizada que está à serviço da CORSAN em nossa praia. Muito estranho ver a nossa Corsan envolvida neste caso de agressão ao ambiente natural. Depois de autuada a empresa retirou o maquinário da APP. Foto: Prefeitura Cidreira.

E lá se foi o maior folclorista gaúcho de todos os tempos. O pesquisador das culturas populares que criou o 35 CTG, o pioneiro. O escritor que morou muito tempo em Cidreira onde escreveu uma infinidade de livros sobre a história e a cultura do povo gaúcho. O Paixão Côrtes escreveu aqui da nossa praia da Cidreira sobre a importância de ser litoral e sobre outros tantos fatores da nossa cultura gaúcha. E lá se foi o pesquisador... o estudioso... o folclorista... o gaúcho... o praieiro... o cidreirense Paixão Côrtes. Valeu Mestre Paixão por tudo que fizeste pela nossa praia e pelo Rio Grande do Sul.


Não sei se amanhã a chuva vai embora, mas mesmo em meio ao mau tempo há uma beleza natural que nos faz esquecer as intempéries da vida e nos mostra que ela a vida ainda é o que temos de melhor. O amigão aí chegou as areias cidreirenses antes das chuvas, parece que gostou e ficou. Sei que a qualquer hora ele vai embora e ficará uma saudade. Só posso desejar que se partir, volte quando quiser esse meu amigo do mar. @Wilson Menezes Freitas

PROJETO BOIZINHO DA PRAIA INCLUINDO A GURIZADA COM FOLCLORE A CULTURA PRAIEIRA
A nossa gurizada da praia está participando do projeto Boizinho da Praia que está regatando um auto folclórico original da região praieira gaúcha. A pesquisa é do cientista social e Mestre das Culturas populares Ivan Therra que vem registrando e divulgando aspectos singulares e importantes das culturas da gente da beira. Nossa gurizada aprende as cantorias, os tambores, as batidas, os ritmos e toda a beleza do folclore praieiro gaúcho. Os encontros acontecem todos os sábados, a partir das 10h, no Ponto de Cultura Flor da Areia, na Praça em frente ao 24H. É só chegar!


Por solicitação da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, especialistas da PATRAM vieram à beira da nossa praia para resgatar um lobo marinho que apareceu com machucaduras profundas. Pelo jeito das feridas, provavelmente foram feitas por redes de arrasto dos pesqueiros que estavam há pelo menos dois dias muito perto da praia. O lobo marinho foi resgatado e levado ao Ceclimar para que possa ser tratado e se recuperar. É bem comum que apareçam muitos animais feridos ou mortos sempre que os pesqueiros são avistados no horizonte.
 

 

Mais uma tartaruga foi encontrada morta na nossa praia. E mais uma vez o fato acontece passados dois dias do avistamento dos barcos pesqueiros próximos a beira. É assustador o número de animais marinhos que aparecem mortos na beira depois que são avistados os pesqueiros. A indústria pesqueira e a academia dão o nome de "pesca acidental" naturalizando o massacre dos animais marinhos. Um absurdo que vai matando os animais sem que haja qualquer reação por parte das instituições respondsáveis pela preservação do ambiente natural. Nós continuaremos denunciando.